Passo a passo para planejar a segurança patrimonial hospitalar

Para colocar a segurança patrimonial hospitalar em prática, é preciso fazer um planejamento do setor

Se a sua instituição de saúde ainda não investe na segurança patrimonial hospitalar, você corre um sério risco de expor seus pacientes e funcionários a perigos, como furtos, invasões, roubo de medicamentos, depredações de instalações e equipamentos, brigas e outras ocorrências.

Ou seja, a segurança corporativa é essencial para garantir a fiscalização de atividades suspeitas, manter a proteção de ativos, trazer maior sensação de segurança para todos os envolvidos e deixar o local livre de incidentes.

No entanto, vale destacar que o ambiente hospitalar é muito delicado por conta de todos os riscos envolvidos. 

O que engloba desde o risco de furto de medicamentos, seja por pacientes, invasores ou até mesmo profissionais que trabalham na própria instituição, até o roubo de equipamentos hospitalares, sequestro de incapazes, incêndios e explosões.

Assim, para mitigar tais perigos e aumentar a proteção dos hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios, é preciso fazer um planejamento efetivo da estratégia de segurança patrimonial hospitalar. Só assim, será possível obter resultados concretos. Vamos ver então as atividades envolvidas e como desenvolver esse plano!

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Principais atividades da segurança patrimonial hospitalar

Vale lembrar que as instituições de saúde são locais com diversos ambientes diferentes e um grande fluxo de pessoas, sejam pacientes, visitantes, médicos, enfermeiros, prestadores de serviços, fornecedores e outros.

Então, com tantos riscos apresentados, essa alta circulação de pessoas e grandes desafios para a gestão de segurança, é preciso mapear todas as vulnerabilidades das organizações para planejar uma segurança firme e evitar qualquer ocorrência.

Mas, mesmo antes de realizar o processo de identificação de pontos vulneráveis do hospital e o planejamento das medidas de proteção, já é possível conhecer as principais atividades praticadas pelos profissionais de segurança. São elas:

  • Controle de acesso de colaboradores, pacientes, acompanhantes, visitantes, fornecedores e outros;
  • Controle de estacionamento e verificação da entrada de veículos;
  • Observação de crachás e controle de chaves;
  • Rondas periódicas dentro do prédio e na área externa;
  • Monitoramento de atitudes suspeitas;
  • Análises de imagens captadas por sistemas de vigilância;
  • Investigação de denúncias;
  • Atuação em caso de conflitos;
  • Resposta rápida na ocorrência de ações criminosas;
  • Intervenção em emergências, como incêndios.

Leia também: 6 principais desafios da segurança corporativa

Como mapear as vulnerabilidades e planejar a segurança

Com todo este cenário exposto, listamos um passo a passo para auxiliar os gestores a implementar as melhores práticas de segurança patrimonial hospitalar. Saiba mais a seguir!

1. Diagnóstico

O primeiro passo, como já mencionamos, é a identificação e o reconhecimento dos riscos, vulnerabilidades e brechas de segurança. Afinal, estes são os fatores causadores de problemas e incidentes, que podem impactar os ambientes hospitalares.

2. Análise de risco

Depois de fazer a avaliação e o diagnóstico da situação da instituição de saúde, é preciso analisar detalhadamente cada risco e a sua probabilidade de causar danos reais ou até paralisar o negócio. Desse modo, é possível elencar o nível de criticidade de cada vulnerabilidade e as prioridades de segurança.

3. Elaboração do plano de segurança

Com todos os riscos mapeados, é possível definir medidas organizacionais e administrativas, ações de segurança física, soluções eletrônicas, investimento em recursos humanos e estratégias de inteligência. 

Todas essas práticas visam fornecer segurança às pessoas e ao patrimônio, minimizando roubos e garantindo o controle de acesso às dependências da instituição e aos pontos vitais, como estoque de medicamentos, armazenamento de inflamáveis, oxigênio e outros produtos, enfermarias, salas de raios-X, laboratórios, berçários, sala de arquivos, entre outros.

Veja também: 5 principais medidas de segurança patrimonial hospitalar

4. Plano de emergência

Além das medidas de proteção, a gestão de segurança patrimonial hospitalar também precisa se preocupar com casos de emergência. Tratam-se de ocorrências que o plano de segurança não foi capaz de evitar. Então, devem-se criar protocolos de práticas reativas para reduzir ao máximo os impactos negativos.

Entre essas ações, podemos citar:

  • Sinalização adequada de emergência do local;
  • Criação de uma brigada de incêndio;
  • Verificação dos equipamentos de combate a incêndio, como extintor, mangueira, hidrante e outros;
  • Instalação de sensores de fumaça e portas corta fogo. 

5. Plano de abandono de área

Também é válido que a gestão esteja preparada para situações extremas que necessitam o abandono do hospital e a retirada de pacientes. Neste caso, a equipe de segurança deve auxiliar outros setores, como atendimento médico, para promover a saída adequada dos pacientes dos setores de UTI e internação, principalmente daqueles com mobilidade reduzida, de idosos e crianças.

No planejamento, inclusive, vale indicar os colaboradores que possuem algum tipo de deficiência física e sua área de atuação para que eles também possam ser encontrados, ajudados e retirados.

6. Plano de continuidade dos negócios

Por fim, vale lembrar que a instituição de saúde pode sofrer alguns problemas, como quedas de energia, curto-circuitos e outros incidentes, que podem prejudicar a operacionalidade do local. Então, para manter o pleno funcionamento, entra em cena o plano de continuidade de negócios.

Neste sentido, após a ocorrência, é preciso colocar em prática ações até a situação se normalizar. Entre as principais medidas, estão a compra de geradores de energia, a implementação de um sistema de proteção para a área de TI e de backups, além de padronizar procedimentos para gestão de crise. 

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  • Central de alarme integrado com imagens;
  • Controle de cobertura de postos por biometria;
  • Rondas virtuais por imagens e checagem on-line das rondas;
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