8 dicas para melhorar a higienização hospitalar na sua instituição

Conheça as práticas para otimizar a higienização hospitalar e garantir a segurança de todos.

A higienização hospitalar não é só uma atividade importante para as instituições de saúde, mas sim um serviço essencial. Isso porque, sem a higienização adequada dos ambientes, os hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios podem sofrer sérias consequências.

Afinal, a falta deste serviço pode provocar infecções hospitalares, entre outras doenças e enfermidades, já que os microrganismos, como bactérias e vírus, não são eliminados corretamente. O que prejudica a saúde dos pacientes, causa maior tempo de internação, diminui a satisfação dos pacientes com o local e ainda pode impactar a imagem da instituição por não ter cuidados básicos.

Além disso, a ausência da higienização correta pode resultar em multas dos órgãos fiscalizadores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula os serviços por meio de manuais com procedimentos operacionais padrão.

Então, para promover a segurança e o bem-estar dos pacientes, enfermeiros, médicos, atendentes, profissionais de limpeza e os demais, garantir a desinfecção de ambientes, evitar o risco de contaminações e infecções, é necessário ter uma equipe que entenda e domine tudo sobre higienização hospitalar.

Por isso, neste texto, vamos falar sobre boas práticas e dicas para melhorar os processos de higienização e desinfecção.

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Conheça as principais ações para otimizar a higienização hospitalar

Para tornar os serviços de higienização mais eficientes, os gestores das instituições de saúde devem conhecer diversos aspectos. Veja os 8 principais:

1. Saber as diferenças entre os tipos de serviços

O primeiro passo para que a higienização hospitalar ocorra perfeitamente é entender os principais conceitos, como as diferenças entre limpeza, higienização e desinfecção

Basicamente, a limpeza retira as sujeiras. Já a desinfecção usa produtos para eliminar e matar as bactérias e vírus. Por fim, a higienização é o mais completo dos serviços, com uma limpeza seguida de desinfecção.

Além disso, é preciso saber avaliar a criticidade de ambientes, já que as UTIs são locais que exigem maior prioridade e intensificação dos serviços. 

Outro conceito importante é a limpeza concorrente e terminal. A concorrente lida com a remoção de microrganismos e sujidades de qualquer superfície, piso e objetos de forma mais rotineira e de ambientes menos críticos, como quartos e enfermarias, corredores, áreas sanitárias e administrativas. 

Já a terminal inclui todas as superfícies e mobiliários, além de ser feita em ambientes mais críticos, como após transferências, altas, internações prolongadas, óbitos e salas cirúrgicas.

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2. Ter atenção redobrada em emergência e banheiros

Para evitar a disseminação de doenças nos hospitais e realizar uma higienização eficiente, é necessário fortalecer a higienização em áreas de alto risco, como cuidados intensivos, salas de emergências e banheiros de pacientes.

Estes locais podem precisar ser limpos e desinfectados algumas vezes por dia, usando saneantes de alta qualidade. Também é válido treinar os profissionais para que eles conheçam em detalhes os produtos adequados e como usá-los nos ambientes.

3. Usar equipamentos de proteção individual adequados 

Para manter pacientes e funcionários seguros, os EPIs, como luvas, botas, avental, máscara, óculos de proteção e outros, são elementos chave e devem ser usados corretamente. 

O uso indevido de luvas, por exemplo, pode espalhar bactérias e vírus. Por isso, é importante trocá-las entre os processos de higienização e a equipe deve lavar as mãos após removê-las.

Saiba mais: EPI para higienização hospitalar: por que não deixar de usar?

4. Evitar a contaminação cruzada

Um dos maiores desafios das equipes de higienização hospitalar é remover os agentes contaminantes exatamente no local onde foi feito cada serviço de limpeza e desinfecção.

Por exemplo, os esfregões e panos certamente trazem bactérias e vírus de uma área para outra da instituição. Então, antes de trocar de ambiente, é preciso usar técnicas, como pulverização e aspiração para a eliminação de contaminantes.

5. Descartar os materiais contaminados 

Além de cuidar dos equipamentos de limpeza, os profissionais devem também observar as superfícies e demais utensílios que podem estar contaminados, como por exemplo, lençóis sujos, equipamentos com fluidos, entre outros.

Neste caso, é importante se certificar de que não há risco de contaminação durante a remoção do material e já separar esses resíduos contaminados para a destinação futura.

Saiba mais: Resíduos hospitalares: como fazer o Plano de Gerenciamento de Resíduos

6. Cumprir as instruções dos produtos saneantes

Muitas equipes de limpeza pecam na execução dos serviços por não seguir todas as instruções de cada agente saneante. Porém, para conseguir o efeito ideal dos produtos e minimizar ao máximo os microrganismos, não se pode pular nenhuma etapa na utilização e deve-se cumprir com todos os requisitos indicados, como por exemplo, o tempo de espera para o agente fazer efeito antes de ser retirado.

7. Amenizar o efeito dos produtos químicos

Em geral, os produtos químicos para higienização hospitalar podem ser abrasivos e ter potencial para irritar as vias nasais dos pacientes. Então, é fundamental diluir os seus conteúdos em soluções menos agressivas, assim como pesquisar novas opções de produtos no mercado, para garantir um serviço de qualidade e seguro.

8. Atenção com a hotelaria hospitalar

Por último, separamos uma dica voltada para a hotelaria hospitalar, ou seja, para o cuidado com o quarto dos pacientes e os objetos do local, como por exemplo, lençol, travesseiro e cobertores.

Na hora de higienizar este ambiente, é fundamental evitar que esses itens não caiam no chão e nem entrem em contato com nenhum material sujo. Caso aconteça algum desses imprevistos, é preciso substituí-los imediatamente.

As camas dos pacientes também devem ser removidas e refeitas com lençóis limpos. Os móveis, como mesas, camas, lâmpadas e cortinas, devem ser higienizados com os produtos adequados. As lixeiras devem ser esvaziadas e os profissionais não podem se esquecer de limpar as janelas, os pisos, maçanetas e interruptores de luz.

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Nossos profissionais são treinados constantemente para promover a execução dos serviços com maior eficiência e segurança, atendendo às exigências de protocolos, normas e legislações vigentes. 

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